Guia do usuário Windows

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O PlexusTerm também é compilado para Windows 10/11. Tudo funciona como no Linux, exceto:

  • Terminal local: o shell padrão é o PowerShell 7 (pwsh.exe) quando está no PATH, senão o Windows PowerShell (powershell.exe), com %COMSPEC% como último recurso; ele começa em %USERPROFILE%. Configurações → Terminal → Shell dos terminais locais escolhe outro, como cmd, WSL ou Git Bash.
  • Explorador de arquivos: acompanhar a pasta do terminal exige que o shell envie OSC 7 (veja Explorador de arquivos para o PowerShell); o Windows não deixa o PlexusTerm ler a pasta de trabalho de outro programa. Permissões… não é oferecido.
  • Pasta pessoal: ~ é %USERPROFILE%, então as chaves de host vão para %USERPROFILE%\.ssh\known_hosts e os caminhos de chaves aceitam tanto ~/ quanto ~\.
  • Agente SSH: SSH_AUTH_SOCK quando definido, senão o pipe do agente OpenSSH do Windows \\.\pipe\openssh-ssh-agent (inicie o serviço "OpenSSH Authentication Agent" e adicione as chaves com ssh-add).
  • Arquivos salvos (sessões, configurações, macros) dependem das permissões do seu perfil de usuário em vez dos modos de arquivo do Unix.
  • Consoles seriais listam as portas COM informadas pelo Windows (COM3, ...) e aceitam um nome de porta digitado.
  • Scanners de portas e de rede: o Windows tenta de novo uma conexão recusada por cerca de dois segundos, mais que a sondagem de um segundo, então portas fechadas podem ser listadas como filtered. As portas abertas são encontradas como no Linux.
  • Mosh não é oferecido: não há mosh-client empacotado para Windows. Uma sessão Mosh importada ou salva em outro lugar informa "Mosh is not available on Windows", a menos que haja um mosh-client.exe no PATH.